13.10.08

ufa!

Ao fim e ao cabo, estamos reduzidos a ser uma coisa que espera.

Um sopro de vento, aragem de alívio.
Um sorriso.
Uma prova, uma resposta, uma dádiva.
Um gesto.
Uma saída.

Mas pode bem ser que toda esperança seja apenas um modo esquivo de recusar o milagre.

Do que já está insuportavelmente sendo.

2 comentários:

Sil disse...

Nossa...que meu olho encheu d'água no meio desta terça corrida.

A lucidez pode ter seu toque de poesia.
E dor.
Isso é vida, também.

Beijos, e amo esse canto, sempre.

Rebecca P. disse...

Obrigada, Sil!