Pular para o conteúdo principal

Como fazer seu amor amar você em 12 lições...

Foto de MicroAbi

1: Roube umas estrelas pra ele. Amores amam estrelas.

2: Quando for entregar as estrelas, não se esqueça de embrulhá-las em papel de seda azul. O dourado delas vai ficar todo encantado.

3: Quando for suspirar, prenda a respiração por 7 segundos exatos. E envie durante esses 7 segundos 7 trilhões de saudades para o coração delicado do seu amor.

4: Quando acordar, feche os olhos do sonho com um beijo de boa noite. Sempre funciona.

5: Ande de olhos fechados pelo território do segredo. Se você não resistir e abri-los, finja que não é com você.

6: Quando for dormir, cumprimente seus sonhos entusiasticamente. Afinal, são eles os responsáveis pela movimentação inteira da terra em torno do seu amor.

7: Leve sempre pão e vinho para seu amor. Não o deixe perecer por falta de alento. Nem por falta de alegrias.

8: Toque seu amor com dedos de orvalho e de tempestade. A luminescência convém com a paixão.

9: Ao olhar para ele, cubra-o de calafrios. A pele é sempre nova para suavidades.

10: Quando queimar de desejo, envie-lhe as cinzas de seu corpo pelo ar secreto da noite. Elas pousarão sobre ele como vertigens, e o farão estremecer em algaravias.

11: De tarde, quando for lhe escrever, deixe que borboletas percorram cada um de seus poemas. Vôos intangíveis combinam sempre com o amor.

12: E nunca se esqueça. O impossível tem vários começos.


Para minha amiga S. E para mim mesma.

Comentários

Anônimo disse…
a amiga s. agradece apaixonada. por vc. que doçura! vc arrasa. beijos
Débora Cecília disse…
nossa... perfeito!!!!!!!!!
marcela dantés disse…
ai, meu deus.
e onde eu compro um amor desses?
Anônimo disse…
Você escreve com uma delicadeza incrível. Lendo, me senti flutuar nas suas letras.

Não largo mais daqui...

Beijos.
Anônimo disse…
Eu assinei o seu blog tem uns 3 meses mais ou menos. E cada vez que eu recebo uma novidade sua, fico mais impressionada com a sensibilidade, delicadeza e facilidade nas palavras. Você escreve lindamente e eu acredito que tudo é pra mim ou como se fosse pra mim.
Parabéns! E continue assim... Me fazendo feliz, mesmo sem querer.

Cibele.
Unknown disse…
S., Borboleta, Marcelinha, Caribé, Elaine, Cibele,

Obrigada a todas pelo carinho!! É tão bom saber que meus devaneios encontram almas sensíveis onde pousar...

Minha alegria é ter vcs aqui!
Grazielles disse…
sublime!
Seguirei cada passo!
Anônimo disse…
Lembrei-me daquele poema de Drummond:"Penetra surdamente no reino das palavras. Lá estão os poemas que esperam ser escritos"
Tens a chave Rebecca.
Beijos
Clau
Unknown disse…
Grazielle, pode seguir que dá certo, viu?

;)

Clau, o elogio foi lindo..., mas
a tal da chave é bem mais arredia do que se imagina...
Ana disse…
como sempre lindo ne reb`s...desculpe por ontem nao ter te dado atencao, estava no meio de um termino, dolorido...olhe, agora escrevo minhas coisas (que sao bobinhas, longe dos seus escritos maravilhosos) nesse blog ai: almasimpossiveis, beijao, aninha
Anônimo disse…
eu também vou comentar, então.

quando começei a ler, tive uma esperança de que, lendo em lições, pudesse aprender e, quem sabe, achar-encantando esse amor perdido que nem sei, mas caço.

ei rebecca!
te encontrei na internet.
a mamãe me conduziu até você, aqui.
agora acompanho.
um beijo para você,
de clarice.
sdreF disse…
achei lindo!!!
Bjsss
Unknown disse…
Aninha, que bom que vc montou um blog só seu! adoro seus textos... e vc super me deu atenção, boba... a confusão do show tb não dava pra encontros mais "profundos"... rsrsrs! Dia desses marcamos uma cerveja pra colocar o papo em dia, tá? Torço pra que vc fique bem!

Clarice, seja bem vinda, viu? E espero que todas nós encontremos esse amor encantado-encantante... : )

E Sdref (que nome ótimo!),
Obrigada!
K disse…
Ah, Rebecca, esse amor encantado-encantante tem a duração de um sonho ou de uma vida inteira de borboleta?
Anônimo disse…
eu acho que arredio é a fechadura e não a chave.

clau
Denyse disse…
nossa, que coisa linda... doce, meigo....

amei!
bjos!
Anônimo disse…
faz muito tempo que eu não passo por seu blog
muito bonita a lição, mas eu não tenho a ninguém :(
un beijinho
tainah disse…
Becca e a doçura em forma de palavra. ..
Unknown disse…
K., não sei quanto dura, não... mas perdura na memória da pele. : )

Clau, a fechadura também é arredia... é dureza lidar com essas danadas.

Denyse, Tainah, obrigada!

e Natu, eu também ando sozinha, mas a idéia é essa mesma, conquistar o amor... : )
Remo Saraiva disse…
Daqueles textos que a gente sente inveja de não serem nossos!!

Bom "dimais" da conta!!

A lição 8 é qualquer coisa de!


Bjs,
REMO.


PS: Você não acompanhou mais os últimos passos de Rebeca. Passa lá depois. É sempre bem-vinda! :)
Unknown disse…
Remo, acabei de passar por lá e vi que tem um tanto de textos da "rebeca" lá... vou ler amanhã com calma!

Obrigada pelo carinho! E por seus textos, que tb são muito lindos!

Postagens mais visitadas deste blog

É isso aí...

O amor é feito de quedas e sustos, de espanto e de silêncios, de trajetórias estranhas e fomes diversas. O amor é feito de cobre. Dura muito, mas muda de cor com o tempo. O amor é feito de pedras aladas, de tristezas ocultas, de sílabas desconexas. O amor é feito de escolhas. Mas algumas dessas escolhas são fatais. Ou fatídicas. O amor às vezes não existe. É feito rio correndo: tem suavidade e orgulho, mas carrega areia e dejetos. O amor também é feito de vento e de geografias. De lutas e reentrâncias. O amor é feito de sede. E de febres.

Da educação

Quando encontramos uma pessoal “mal educada” por aí, normalmente pensamos na falta de educação familiar (também conhecida popularmente como “pai e mãe”). Também é comum, quando conhecemos a família da pessoa em questão (e reconhecemos que a falta não vem dali), que pensemos na educação escolar propriamente dita, e nas possíveis lacunas que essa (má) educação possa ter infligido ao indivíduo mal educado em questão. Às vezes pensamos nas duas coisas, mas raramente pensamos em um “terceiro” fator, que é, do tripé educacional, o mais complexo: o fator cultural. Todos nós conhecemos, afinal, pessoas muito (ou bastante) letradas, educadas em escolas reconhecidas, ou de referência, com famílias também educadas e pais igualmente bem “formados”, que são, sabe lá Deus por que, verdadeiros colossos de ignorância, falta de sensibilidade para com o próximo e civilidade tacanha, se não inexistente. Também não é difícil encontrar o contrário, pessoas que, mesmo sem ter recebido da es...